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Boné voltou a ser moda na cabeça dos foliões durante o carnaval de Caicó e fez tanto sucesso que a pirataria copiou

O carnaval de Caicó neste ano de 2017 resgatou um dos itens que torna a cidade o segundo maior pólo do país: o boné.

A largada foi dada pela marca Loc Boy, sediada em São José do Seridó RN, de propriedade de Jaedson Dantas e Verônica Sueide. Eles apostaram na idéia de vender a marca “Caicó” e criaram uma peça exclusiva e estilizada com a frase “Caicó, meu pedacinho do céu”. Ainda adicionaram ao produto uma mochila gratuita, que também atraiu os foliões.

A idéia foi executada com a contratação de Suerda Medeiros e Gláucia Lima, que fizeram o marketing. A partir daí a divulgação nas redes sociais, blogs, rádios e na imprensa de Natal, deu um impulsionamento nas vendas. Mas aconteceu uma surpresa: a pirataria copiou a idéia. “Não sabemos quantos bonés piratas foram feitos, talvez milhares”, declara o diretor de marketing da Loc Boy, Marcus Vinícius.

Mesmo assim, Jaedson Dantas, que também é presidente do Sindicato dos Boneleiros do RN, tem consciência que a idéia do boné foi um sucesso e que abriu um mercado consumidor em Caicó e no Rio Grande do Norte. “Investir em um boné de marca própria, com qualidade e criatividade foi a nossa meta e estamos muito satisfeitos com o resultado”, declarou JaedJaedson tem razão: o boné foi levado na cabeça do show de Aviões do Forró, passando pelos blocos Magão e Treme Treme, Ilha de Santana e pelas ruas. Em todos os lugares se via o boné que se tornou o queridinho do carnaval de Caicó.