Esta é uma carta pessoal da delegada Paoulla, presidente da Adepol, aos delegados. Sobre a posição dela diante dessa situação terrível a que chegamos.
Prezados Delegados,
Senti-me na obrigação de utilizar este meio de comunicação para externar minha profunda indignação com as últimas decisões tomadas pelo Governo do Estado em relação à segurança pública potiguar, notadamente, a nossa Polícia Civil.
Não estou aqui para subverter a ordem ou ainda me manifestar contra a decisão do Exmo. desembargador Claudio Santos. O Judiciário foi instado a se manifestar e proferiu seu entendimento. Mas quem o provocou?
Justamente aquele que infringe nossos direitos mais básicos todos os dias, justamente aquele que está inadimplente com a população na medida que se elegeu sob o discurso de “promover segurança”, hoje obriga os policiais “regularizarem os serviços de segurança”, sem oferecer-lhes o mínimo de dignidade.
Não bastasse a desestrutura física, os locais insalubres de trabalho, a ausência de equipamentos adequados para enfrentar a criminalidade, o efetivo mais baixo da história do Rio Grande do Norte, temos que enfrentar a violação de nossos direitos calados, submissos, praticamente numa situação análoga à de escravos.
Qual o crime que os policiais civis estão cometendo? Desobediência a quê?
Se os policiais civis estão praticando o crime de desobediência, sob a alegação de descumprimento involuntário de uma decisão judicial, pergunto ao governador: e as várias decisões judiciais que são CONSTANTEMENTE descumpridas voluntariamente por Vossa Excelência (inclusive a de pagar os servidores em dia)?
Não somos desobedientes, encontramo-nos impossibilitados de obedecer.
Não é de hoje que policiais civis “pagam para trabalhar”. Não há um único policial civil que não tenha tirado do seu “próprio bolso” para pagar uma troca de pneu, um conserto de uma viatura, um ar condicionado quebrado e por aí vai…o rol de desestrutura é extenso.
Constantemente recorremos aos Juizados Especiais Criminais apresentando projetos, em busca de recursos.
Quem é policial civil sabe o que é “perder” madrugadas fazendo campanas, realizar operações sem diárias operacionais, trabalhar aos sábados domingos e feriados, sem receber a remuneração extra constitucional.
Hoje, esses verdadeiros heróis estão sendo humilhados por aquele que se elegeu prometendo promover segurança pública. Que segurança o governador pretende promover, constrangendo e humilhando os investigadores criminais?
Aliás, a decisão do desembargador Claudio Santos é clara: pague os servidores até o dia 02.01.2018, decisão até então, DESOBEDECIDA pelo Governador.
E por tais razões CONCLAMO a TODOS os colegas DELEGADOS para se fazerem presentes amanhã na DEGEPOL, e unirem-se aos policiais civis que integram suas equipes, e ainda a NÃO lavrarem contra eles termos circunstanciados de ocorrência pelo crime de desobediência. Simplesmente porque nossos colegas estarão pleiteando legitimamente o fornecimento de condições mínimas para retornar ao serviço. Ademais, não há o “elemento vontade” (dolo) de desobedecer a decisão judicial, em suas condutas, tampouco há culpabilidade na ação, sendo, portanto, fato atípico.
Cabendo observar que, restringir a liberdade de locomoção de policiais que nenhum ilícito estiverem praticando, é no mínimo, um abuso de autoridade, que deve ser rechaçado pelo Delegado de Polícia.
Ressalto que não há neste meu posicionamento, qualquer intenção de promover, incentivar, estimular, consentir ou colaborar com greve de quaisquer policiais, ou ainda desobedecer a ordem do desembargador Claudio, haja vista os policiais civis não estarem em greve, mas em verdadeiro estado de necessidade. Mas se assim o governador entender, predisponho-me a comparecer em data e hora agendadas para responder por minhas orientações ora expostas, com a consciência tranquila e sensação de dever cumprido.
Paoulla Benevides Maués de Castro, Delegada de Polícia

O presidente do Sindicato dos Policiais Civis e Servidores da Segurança Pública do RN, Sinpol, Nilton Arruda, chorou durante entrevista em programa que apresento com a jornalista Gláucia Lima na Rádio Povo FM.

Em lágrimas declarou: “nunca pensei que as algemas que usamos para prender criminosos fossem ser usadas em nós, policiais”.

 

O último dia de 2017 e o primeiro de 2018 foram enluarados. A primeira Superlua tomou conta do céu neste dia 1, terça-feira. Desde o ano 2000 não se via uma lua tão brilhante no céu.

Explicação científica: o fenômeno ocorre quando a Lua está cheia e, ao mesmo tempo, em seu perigeu – isto é, quando sua órbita atinge a maior proximidade da Terra e o satélite aparece 14% maior, com um brilho 30% mais forte.

Uma lua assim, tão vistosa no céu agora só em 2027.

Como apresentamos abaixo os números do relatório da Polícia Militar, foram apresentados pelo Comando de Policiamento do Interior – 6º Batalhão de Polícia Militar Dinarte de Medeiros Mariz, em Caicó.

O Tenente Coronel Walmary Costa, que comanda o 6º BPM, disse que os policiais estão de parabéns, porque o resultado positivo, segundo ele, é fruto do trabalho desses homens que estão nas ruas todos os dias.

O Tenente-Coronel Walmary Costa, comandante do 6º Batalhão da Polícia Militar forneceu o relatório do ano de 2017.

Em entrevista ao programa Gláucia, Suerda e Você, o Tenente-Coronel afirmou que a violência em Caicó diminuiu, apesar da sensação de insegurança generalizada nos dias atuais no Rio Grande do Norte.

 

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A Orquestra de frevo Furiosa de Caicó vai se jogar no corredor da folia no carnaval de Caicó em 2018.

Sem medo de ser feliz, a agremiação vai estrear fazendo o Baile da Furiosa, no dia 3 de fevereiro no Clube Coríntians.

O evento será beneficente para ajudar instituições de CAicó.

No Carnaval, no sábado de carnaval, 10 de fevereiro, com o Frevo do Meio-Dia, a Furiosa vai sair ao meio-dia pelas ruas da cidade.

 

Em entrevista concedida ao programa Gláucia, Suerda e Você na Rádio Povo FM nesta terça-feira, 26, o superintendente da Polícia Rodoviária Federal, Inspetor Fernando Montenegro, adiantou os primeiros números da Operação Rodovida nas BRs do RN.

Foram 27 acidentes e 1 morte.

Quando perguntado das principais causas desses acidentes ele citou: imprudência.

Ou seja: falha humana.

Seja por beber e ir dirigir ou desobedecer as leis de trânsito.

A operação ‘Rodovida’ começou em 22 de dezembro e dura até após o carnaval de 2018.